Avançar para o conteúdo principal

Aeroporto

(não sei se novo!? talvez já seja velho!)

Os últimos 20 anos deste processo (e talvez as décadas anteriores) não me cheiram bem...
Dá a ideia que se quer fazer um aeroporto à pressa mas nada se faz. Ou seja, na verdade o que fica demostrado é que ninguém queria mesmo fazer o aeroporto.

Com a decisão (preliminar!?) de Alcochete, este objectivo fica mais uma vez conseguido. E cada anúncio alimenta a especulação e (quiça) alguns possam fazer algumas mais valias em poucos dias...

A discussão tem estado centrada em alternativas à Portela... acho que o ponto de partida deveria ser diferente... sem excluir alternativas (ou complementos) à Portela.

Neste contexto, há uma pergunta que ainda não tem resposta satisfatória:
- Quais são as verdadeiras potencialidades dos terrenos da Portela, no que à infra-estrutura aeroportuária diz respeito, e o que se pode fazer para que a Portela tenha apenas a componente de aeroporto (e.g. sem força aérea, manutenção) ?
João Soares, antigo presidente da CM-Lisboa, tem dado a cara por está alternativa.

Uma certeza existe: o método e as motivações seguidas (e.g. UE não ia gostar de uma alternativa na margem sul do Tejo!?) não são os mais recomendados para um investimento desta dimensão, com está importância para o país e que delega responsabilidades nas gerações futuras (leia-se dívidas!) - aqui, não é um partido que está em causa; é uma geração de políticos!

A origem é a mesma: uma sociedade que tem funcionado nos últimos 30 anos em 'single loop' (no sentido de Argyris) e em que as estratégias são defensivas -não há visão do país para além do mandato de cada pessoa ("eu não sei se vou estar aqui daqui a 3 anos, por isso..." é das frases que mais se houve, infelizmente, nas reuniões com as pessoas que estão a gerir o país - e nos privados não é diferente!)

Comentários

Mensagens populares deste blogue

As minhas práticas

Várias pessoas a minha volta tem-me perguntado sobre as minhas práticas, diárias, semanais, mensais, para me manter integro, inteiro, autêntico. Aqui resumo as que tenho praticado:

Diárias (ou praticamente)
- Meditação (aprox. 1h)
- Journaling
- Dormir pelos menos 7 horas
- Beber 1 a 2 litros de água (procurando que seja o mais próximo possível de água de nascente)
- Alimentação consciente: vegan; 30% de crus; tentativamente biológica, local, de comércio justo; sem uso de açucar adicionado, alcool, café, sal refinado; com uso consciente de glutén, soja, sal e cereais integrais
- Jejum de 14 horas
- Andar o máximo que puder
- Leitura de 1 hora (ou visionamento de documentários e/ou filmes ou visita a exposições/ museus)
- Estar diariamente com os meus filhos e companheira
- Procurar um equilíbrio entre eu e a companheira no dia a dia da família (e.g. logistica, filhos)
- realizar tarefas comuns de forma mindfulness (e.g. arrumar a cozinha, conduzir, brincar com os miudos)

Semanais
- P…

Sobre a 'Transparência'...

Um dos princípios fundadores da João Sem Medo é o 'princípio da transparência e accountability'. Vem do 'movimento manifesto' e dos seus 3 blocos principais 'inteligência colectiva', 'mediação tecnológica' e 'ética dos comuns'. No João Sem Medo é implementado usando o 'rio', que concretiza a mediação tecnológica entre a informação e as pessoas, que acolhe a informação de forma livre, não editada, convoca a inteligência colectiva da comunidade, suportado por uma ética de bem comum.

O tema da transparência é um tema forte nas 'organizações abertas' (https://opensource.com/open-organization/resources/what-open-organization) e para o contexto da liderança é um livro muito interessante 'Open Leadership: How Social Technology Can Transform How You Lead'.

No possibility management (http://www.nextculture.org/) - o próximo curso em PT começa a 24.Fev (https://www.facebook.com/events/336000726775079/) o Clinton apresenta um '…

Organizações de comuns: a emergência de um novo conceito de propriedade

Imaginem uma estrutura organizacional formada por 3 aneis, assim como o planeta Terra (Núcleo, Manto e Crosta).

O 'Núcleo' é formado pelas relações entre as pessoas que trabalham na organização (e.g. gestores, empregados), quem esta serve (e.g. cliente, utilizadores) e quem é necessário para o serviço (e.g. fornecedores, parceiros). Vamos chamar a este o 'anel da missão'. É um anel de nomeação automática, i.e., se estiver a ter um destes papeis, pertence automaticamente a este anel com os respectivos deveres e direitos. Ou seja, se sou empregado nesta organização pertenço automaticamente a este anel e não tenho como não escolher pertencer.

O 'Manto' é formado por todos aqueles que já estiveram no núcleo executivo e que já não estão, por terem deixado de ser clientes ou utilizadores, parceiros ou fornecedores ou porque se reformaram ou foram executar funções para outras organizações. Vamos chamar a este o 'anel do conhecimento'. É também um anel de nome…