quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

KPI - Percentagem dos casais em que foi o homem (pai) que trocou a vida profissional pela vida familiar

Um dia destes ouvia o programa "o amor é..." com o Prof. Júlio Machado Vaz e a Ana Mesquita na Antena 1 (http://tv1.rtp.pt/wportal/multimedia/index.php?prog=1032) em que o tema era um estudo realizado no Reino Unido em que se verificava que cerca de 100 mil homens (se não me falha a memória) tinham trocado a vida profissional pela vida familiar, ficando a cuidar das crianças... é sem dúvida um indicador do desenvolvimento de uma sociedade - quanto maior for (100% corresponde a todos os casais com filhos pequenos), maior será o desenvolvimento social: (i) reflete que as crianças estão no centro da vida familiar e das sociedades (ii) reflecte que os homens têm mais confiança em si e já não precisam do 'macho' para nada; (iii) reflecte a igualdade de género; e (iv) a tolerância das sociedades.

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Outros KPI focados:
KPI - Percentagem das pessoas que teve de lidar com um empreiteiro do sector da construção civil e que tem razões de queixa (http://coisas-do-marco.blogspot.com/2007/11/kpi-percentagem-das-pessoas-que-teve-de.html)

1 comentário:

Bernardo S disse...

Engracado que a Economist falava disto no outro dia. Mas focava também o aspecto de que a sociedade não está (nem aqui em Inglaterra) preparada para acolher estes novos tipos de ocupação para os pais. Em Winbledon formou-se um grupo de convivência para pais que não trabalham, uma vez que se sentiam discriminados em outros grupos que nitidamente estavam apenas vocacionados para as mães...